Navegando: Vila Cultural Cora Coralina

A Vila Cultural Cora Coralina celebra o ano de 2025 com resultados expressivos e um papel ainda mais fortalecido no cenário cultural goiano. Com uma agenda plural e acessível, o espaço recebeu cerca de 30 mil visitantes entre janeiro e dezembro, dos quais mais de 5.100 foram estudantes em visitas guiadas, crescimento notável nas ações educativas da unidade. Outros 6.200 visitantes vieram da exposição “Arte Africana”.

A Vila Cultural Cora Coralina prorrogou, até 18 de janeiro, as exposições  “Caminhos de Terra e Vento”, que reúne obras de artistas goianos e da Coleção Rodríguez (Miami), e “Depois do Sol – Fragmentos da cor em gesto”, do artista visual goiano Renato Reno. Ambas seriam encerradas no último dia 14 de dezembro.

Instalada na Grande Sala, a exposição “Caminhos de Terra e Vento” reúne 120 obras de 92 artistas, sendo 42 da Coleção Rodríguez — pertencente ao Museu de Arte Contemporânea Africana (MOCAA) — e 50 artistas de Goiás de diferentes épocas. O conjunto goiano inclui trabalhos de importantes acervos públicos, como o Museu de Arte de Goiânia (MAG), Museu de Arte de Anápolis (MAPA), Museu de Arte de Britânia (MABRI) e Instituto Antônio Poteiro, além de obras de coleções particulares e de artistas consagrados do estado. Inaugurada em 21 de outubro, a mostra já contabiliza 5.156 visitações até dezembro.

Vila Cultural Cora Coralina recebe a inauguração da exposição “Caboclada: Encruzilhada Afroameríndia”, primeira mostra do Núcleo Coletivo 22, nesta quinta-feira (18/12), às 19h, na sala Antônio Poteiro. A abertura contará com uma performance do coletivo e marca o início de uma experiência artística e sensorial que segue até 30 de janeiro de 2026, com entrada gratuita.